| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Apodiformes |
| Família: | Trochilidae |
| Vigors, 1825 | |
| Subfamília: | Phaethornithinae |
| Jardine, 1833 | |
| Espécie: | P. maranhaoensis |
O rabo-branco-do-maranhão é uma ave apodiforme da família Trochilidae.
Mede 13 a 14 cm. Cabeça e dorso verde-amarronzado; faixa superciliar e infraocular pardacentas delimitando uma área malar preta; dorso inferior e uropígio canela; garganta e pescoço canela, com peito e abdome de tons mais claros; asas e cauda escura com retrizes centrais prolongadas com a ponta branca, retrizes laterais orladas de ferrugíneo; maxila preta e mandíbula amarelada.
Alimenta-se principalmente de néctar das flores, mas come também de pequenos insetos e aranhas.
O ninho tem forma cônica alongada, com um penduricalho mais ou menos longo, servindo talvez de contrapeso. É feito de material macio como paina e detritos vegetais que são acumulados em espessa camada de material. O ninho é suspenso à face interior das folhas de palmeiras, samambaias, musáseas, Heliconia, etc., em raízes finas pendentes sob barrancos sombreados. Com o peso do ninho dobra-se o folíolo ou a ponta da folha, ficando o restante da mesma protegendo o ninho.
Vive no cerradão, em cerrados, matas secas entrecortadas por ravinas e nas matas de transição a leste da Amazônia e no Maranhão.
R ( Comite Brasileiro de Registros Ornitológicos ). É endêmico do Brasil. Encontrado no Maranhão, Piauí, Tocantins e Pará.